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24 de set. de 2011
Review de Resistance 3 para PS3

A marca PlayStation cresceu imenso em novas propriedades intelectuais nesta geração, e esse crescimento começou desde cedo. Logo no lançamento da PlayStation 3, um dos jogos disponíveis era Resistance: Fall of Men da Insomniac Games, um FPS que nos levava até 1951 e re-imaginava a história da humanidade se esta fosse invadida por extra-terrestres. Sendo considerado o melhor título de lançamento da PlayStation 3, o sucesso foi inevitável e em cerca de dois anos uma sequela estava pronta. Resistance 2 foi ainda mais aclamado pela crítica, recebendo até um 10/10 na nossa análise.
23 de set. de 2011
Corsair Vengeance K60 é um teclado especial para Gamers no PC

Nós que gostamos de jogar no PC não podemos deixar de conhecer o Vengeance K60, que é um teclado da Corsair feito especialmente para jogos. Ele é muito mais resitente, estável, e com respostas mais rápidas do que um teclado convencional, e por isso é muito melhor em jogos principalmente em FPS.

O Vengeance K60 possui apoio para pulso, e é ergonômico para garantir conforto por várias horas de jogo seguido. As teclas WSAD e os números de 1 a 6 podem ser substituídas por teclas vermelhas, para dar mais destaque as teclas mais usadas nos FPS.
As teclas são emborrachadas e possuem switches com diodos individuais, isso garante que as teclas sejam reconhecidas corretamente e evita o efeito ghost. Enquanto um teclado USB convencional consegue reconhecer cerca de 6 teclas por vez, já o Vengeance K60 consegue reconhecer 20 teclas por vez a 1ms, ou seja 1.000 leituras por segundo.
O teclado Vengeance K60 já está à venda e custa US$ 109,99, ele pode ser comprado no site da Corsair. Sem dúvida é um ótimo teclado para jogos, pena que seja tão caro.
Fonte: GameVicio
Review de Gears of War para XBOX 360
Review de Gears of War 3 para X360
Já se passaram quase cinco anos desde que vimos os Locusts emergirem no E-Day em Gears of War. Na época os jogadores foram surpreendidos com gráficos belíssimos e uma jogabilidade de correr-se-proteger-atirar. Gears of War 2 trouxe um pouco mais de conteúdo e profundidade para a história, mas sem tirar o foco da sede dos fãs por sangue Locust. Gears of War 3 é o desfecho da trilogia, e, por incrível que pareça, conseguiu superar os outros dois jogos de todas as maneiras possíveis.
Marcus Fenix está andando pela Raven?s Nest, uma embarcação na qual os sobreviventes de Jacinto adotaram como casa depois que quase tudo foi destruído pela inundação e pelos ataques com o Hammer of Dawn. Já se passaram 18 meses desde o episódio de Jacinto e agora todos estão tentando seguir a dia nte com as suas vidas.
Marcus entra em um dos quartos da Raven?s Nest e encontra o seu amigo de infância, e leal companheiro de batalha, Dominic Santiago. Ele está cultivando uma horta improvisada e podemos observar que ele não é mais o mesmo. Ostentando uma barba cheia, cabelos mais compridos e uma atitude mais introspectiva, fica visível que o personagem ainda está se recuperando dos acontecimentos de Gears of War 2.
Logo em seguida a ação começa e não para mais até o final do jogo. Marcus descobre que o seu pai ainda está vivo e possui uma solução para o problema com os Lambets, uma nova raça de inimigos que são diferentes tipos de Locusts infectados por Imulsão. O protagonista parte em busca dele e a história toma diferentes rumos durante as suas 10 horas de jo go.
Apesar de oferecer diferentes modos multiplayers, o grande foco de Gears of War 3 está mesmo na campanha principal. Se no passado a série foi criticada por não dar muita ênfase à história, ou, quando dava, exagerava demais na dramaticidade, aqui o jogo acerta em cheio.
Repleto de momentos que emocionam, o jogo intercala cenas memoráveis com ação frenética o tempo todo, de modo que o jogador não consegue desviar a atenção em momento algum. O ritmo nunca cai, nenhuma sequência é chata ou repetitiva, e a todo momento são apresentados inimigos novos e cada vez mais bizarros.
Também vimos diferentes cenários que trazem mais cores ao universo tão cinza de Gears of War. Não cabe aqui dizer especificamente os lugares que você vai explorar com o esquadrão Delta para não estragar a surpresa, mas você ficará muito satisfeito em ver os novos locais retratados na Unreal Engine.
Os Lambets também trazem um brilho especial ao jogo, já que toda vez que você trucida um monstro ele explode em uma gosma brilhante. O jogador também é incentivado a usar todas as diferentes armas. Cada uma possui uma finalização diferente; Basta chegar perto do seu inimigo caído no chão e apertar um botão do controle para ver cenas violentas de execução.
Uma das grandes novidades de Gears of War 3 é o sistema de ?nível? que deixa registrado absolutamente tudo que você faz durante o jogo. Quais armas já
foram usadas, quantas mortes foram executadas com cada arma, quais finalizações você fez, quantos inimigos você matou, quais inimigos, quantos de cada raça, enfim, absolutamente tudo.
Sem dúvidas esse é um grande incentivo para os jogadores explorarem todo o conteúdo ao invés de se prenderem apenas a determinadas armas ou simplesmente matar os inimigos de longe ao invés de os executarem. É um jogo que tem altas chances de ser explorado mais de uma vez devido ao altíssimo fator replay.
A inteligência artificial do Esquadrão Delta também foi melhorada significativamente. Agora quando você cai durante uma batalha, sempre há alguém prontamente ao seu lado para te reanimar. Caso não haja ninguém por perto, você tem alguns segundos para rastejar até o seu colega mais próximo para pedir ajuda.
Já os seus inimigos parecem ter perdido um pouco da inteligência. As vezes você ficará ao lado deles e eles vão continuar aturando contra os outros membros do Esquadrão Delta ao invés de lidar com você. Algumas vezes é possível perder um tempo recarregando a arma bem ao lado deles porque eles simplesmente não vão fazer nada contra você pois estão muito ocupados com os seus companheiros.
Algumas vezes também é possível atravessar o cenário correndo e serrar os seus inimigos ao meio, já que eles continuam escondidos sob a cobertura de suas proteções vendo você chegar. Mas a ação vem de todos os lados, não são poucos os inimigos que você tem que li dar e isso não tira o brilho da experiência.
Ao apertar o botão ?LB? do controle, o jogador pode ver qual é o seu objetivo atual, onde estão os seus colegas de equipe e para onde deve ir. São detalhes simples mas que fazem toda a diferença e incentivam principiantes a querer jogar.
Os jogadores brasileiros também possuem a opção de jogar com legendas em português brasileiro. Todo o conteúdo foi traduzido e o serviço foi muito bem feito. O linguajar meio agressivo dos marmanjos (inclusive das mulheres) não sofreu edição e todos os palavrões e frases grosseiras foram traduzidos. Os diálogos foram traduzidos com fidelidade e a adaptação ficou muito boa.
Batalha de Lancers

Gears of War também é conhecida por ser um jogo extremamente divertido no modo cooperativo, e em Gears of War 3 é possível jogar co-op local com outro jogador em tela dividida ou em até 4 pessoas no modo online.
Caso você não tenha experiência com a série, é possível jogar no modo Casual, mas do contrário o modo Normal está bem acessível e, apesar de prover um pouco mais de desafio, não chega nem perto de ser impossível. O modo Difícil foi feito justamente para os fãs que gostam de desafios mais pesados. Quando o jogador termina o modo Difícil pode destravar o In sane, e aí sim vai vir uma chuva de balas, inimigos, roncos de serra elétrica e o escambau pra cima de você sem dó nem piedade.
No modo Horda 2.0 você e o seu time enfrentam ondas de inimigos que vão ficando cada vez mais fortes, e a cada três ondas o grupo enfrenta um chefão. A grande novidade é que agora os jogadores podem acumular dinheiro como recompensa e comprar equipamentos para auxiliar na batalha.
A Epic notou que em Gears of War 2 os jogadores roubavam Boom Shields dos Boomers, quando estes eram abatidos, para tornar algumas áreas do mapa mais seguras. Por conta disso agora os jogadores podem bolar a sua própria estratégia e investir em cercas farpadas, morteiros, armadilhas e outras traquitanas para equipar o seu campo de batalha.
No Horde 2.0 todas as estatísticas dos jogadores são registradas, de modo que mesmo estando no mesmo time, você vai querer competir com os seus companheiros para ver quem se sujou mais de sangue inimigo.
Outra novidade é o modo Besta, no qual você joga na pele dos inimigos. Este modo é extremamente divertido. Você pode escolher lutar como um pequeno e irritante Ticker ou como o grandalhão Boomer. Cada personagem possui um ponto forte, por exemplo, os Tickers passam despercebidos pelo cenário e conseguem chegar mais perto dos seus rivais justamente por não chamar atenção, mas morrem assim que tomam algum dano.
Já os Boomers possuem grande resistência e poder de fogo, mas são extremamente lentos e demoram muito para se locomover. São detalhes que farão os jogadores terem curiosidade para experimentar todas as classes até escolher a sua preferida.
Além destes modos também há o Capture the Leader, no qual um jogador é escolhido como líder para ser caçado pelos outros participantes, Execution, no qual os jogadores precisam se eliminar somente através de execuções brutais, King of the Hill, onde os times que competem um contra o outro precisam dominar diferentes pontos do cenário, Wingman, onde até quatro times com duas pessoas cada precisam se eliminar, Team Deathmatch, que é um mata-mata entre equipes e Warzone, um Team Deathmatch mais frenético e sem respawn, ou seja, se o jogador foi morto, não tem mais nenhuma chance.
Os modos multiplayer estão muito mais práticos, de forma que os novatos que quiserem experimentar já vão saber logo de cara qual é o objetivo, o que é necessário fazer, comprar e como lutar.
Gears of War 3 é um dos grandes títulos do ano. A história conta o desfecho da trilogia e responde questões que foram deixadas em aberto, além de prover momentos memoráveis e muito emocionantes. O ritmo do jogo não cai em momento algum. Toda hora você é surpreendido com novos inimigos, novas armas, novos cenários e novas reviravoltas.
O modo multiplayer provém muitas horas adicionais de diversão e está muito bem e struturado. Qualquer jogador pode pegar o controle e se divertir. O modo co-op também traz uma perspectiva diferente ao jogo, já que você está o tempo todo de olho nos seus colegas e ao mesmo tempo correndo para realizar mais mortes do que eles.
Um jogo memorável, cheio de momentos fantásticos e ação frenética, Gears of War 3 não irá decepcionar os fãs da franquia e com certeza vai conquistar os novatos que ainda não experimentaram o gosto de sangue Locust.
29 de jul. de 2011
Analise: Residenr evil Mercenaries 3DS
Introdução
Após aparecer como um extra em “Resident Evil 4” e “Resident Evil 5”, o modo que transforma a franquia de terror em uma competição no estilo arcade está de volta. “Mercenaries 3D” coloca até dois jogadores em diferentes arenas cheias de zumbis e armadilhas, com o objetivo de eliminar o máximo de inimigos em menor tempo.
Através de um sistema de pontuação bastante variado, o jogo avalia o desempenho do usuário de acordo com a quantidade de combinações realizadas, objetivos cumpridos e tempo total de combate, estimulando o uso de diferentes estratégias em uma mesma fase até que a pontuação máxima seja atingida.Dentre as produtoras terceirizadas, uma das que mais abraçou o Nintendo 3DS em seu início de vida foi a nipônica Capcom. Logo no lançamento o aparelho teve "Super Street Fighter IV 3D Edition", uma excelente versão portátil do aclamado game de luta, e pouco tempo depois chega este "Resident Evil: The Mercenaries 3D", com ação e gráficos de primeira linha.
O cartucho faz um recorte do minigame Mercenaries, presente em "RE4" e "RE5", expandindo e aprimorando o conceito. Aqui o jogador enfrenta hordas de inimigos em arenas fechadas, tendo à disposição um conjunto limitado de armas e itens no início e podendo coletar outros equipamentos e evoluir habilidades no decorrer da jogatina.
Esta versão 3D combina exatamente elementos de "Resident Evil 4" e "5", com 30 missões que misturam locações e inimigos dos dois episódios - ou seja, tanto Espanha e África, como Ganados e Majini. Assim, a seleção de personagens também conta com ampla variedade, indo desde Chris Redfield, Jill Valentine e
Albert Wesker e passando por Krauser, Hunk, Rebecca Chambers e até Barry e Claire.
Na mecânica, "Mercenaries 3D" ouve o clamor do público e adiciona a possibilidade e andar e atirar ao mesmo tempo, prometendo tornar as sessões mais intensas. Há também a estreia do sistema de habilidades: cada personagem possui três slots para melhorias, seja no dano das armas, ataques físicos ou velocidade no recarregamento.
Aliás, a experiência não se resume a tiroteios solitários, já que "Mercenaries 3D" oferece modo de jogo cooperativo para até duas pessoas via rede local - infelizmente, nada de online.
Para completar, o game ainda traz uma demonstração de "Revelations", episódio da série previsto para sair apenas em 2012 e exclusivo do Nintendo 3DS, que promete esclarecer muitos dos mistérios da cronologia oficial da série "Resident Evil".
Pontos Positivos
- Sistema de upgrades A mudança mais interessante sofrida por “Mercenaries 3D” em relação às versões anteriores foi a inserção de um interessante sistema de upgrades e habilidades. Ao usar constantemente uma metralhadora, por exemplo, o jogador recebe uma técnica que melhora o manuseio dessa mesma arma em combate. Cada personagem pode ter apenas três – de um total de 30 - skills equipadas, que podem melhorar o uso de itens ou até aumentar a vitalidade e resistência. Ao receber pontos no final de alguma fase, as técnicas equipadas ao respectivo personagem também ganharão pontos e poderão evoluir de nível, aumentando consideravelmente o seu efeito nas próximas partidas. Além de estimular o replay do jogo, esse sistema amplia as possibilidades estratégicas.
- Modos cooperativos Algumas missões maiores ou mais difíceis permitem a inclusão de um segundo jogador que pode participar localmente, via wireless, ou até mesmo online, de qualquer parte do mundo. Apesar de não oferecerem um sistema de chat e/ou compartilhamento de informações, ambos os modos funcionam muito bem, principalmente a experiência local. Dependendo das condições de conexão WiFi entre os usuários, o jogo pode ficar lento por alguns segundos, mas esses são casos raros que dificilmente comprometem a diversão. Considerando a tradicional deficiência do sistema online da Nintendo, “Mercenaries 3D” impressiona pela fluidez das partidas.
Pontos Negativos
- Inteligência artificial Desde a evolução dos primeiros títulos da série até suas versões dessa geração, a inteligência artificial dos inimigos melhorou bastante, principalmente por usarem armas próprias e esquivarem de ataques. Em “Mercenaries 3D”, porém, os famosos zumbis se tornaram praticamente enfeites do cenário. Com exceção dos chefões mais fortes, os inimigos pouco se movimentam pelas fases e só atacam a curtas distâncias, reduzindo consideravelmente a emoção e o desafio do jogo.
- Pouca variedade Evoluir as 30 habilidades especiais é muito interessante, mas de nada adianta ter tantas opções diferentes se, na prática, há poucas fases para testá-las. “Mercenaries 3D” deveria ter o dobro de níveis que apresenta e também deveria colocar o jogador em situações completamente distintas, com chefões mais complexos e pontos-fracos menos visíveis. De maneira parecida, os combates também apresentam pouca variedade. Cada personagem possui em média três habilidades físicas únicas que se repetem de maneira exaustiva. Se a ideia é eliminar o máximo de inimigos possível e utilizar combinações para acumular muitos pontos, o jogo deveria ao menos apresentar uma gama maior de golpes e finalizações.
28 de jul. de 2011
Mini Analise: Operation Flashpoint: Red River
"Red River" é o mais recente título da franquia de jogo de tiro em primeira pessoa "Operation Flashpoint", da Codemasters. Assim como nos jogos anteriores, o objetivo da produtora é transmitir a realidade dos campos de batalha, onde tão importante quanto a pontaria é o planejamento e a comunicação com os outros soldados.
A nova operação acontece no Tajiquistão, região montanhosa entre o Afeganistão e a China. A trama coloca de um lado o Exército de Libertação Popular chinês, do outro guerrilheiros insurgentes e no meio desse barril de pólvora, as tropas dos Estados Unidos, enviadas para restaurar a paz.
Tanto a campanha para um jogador quanto a modalidade cooperativa para até quatro jogadores online é dividida em três atos. Além de ação intensa, "Red River" possui elementos de estratégia, com operações que envolvem uma série de comandos e ordens para o pelotão. Nessas horas, cabe ao jogador determinar o posicionamento das unidades e quando se deve abrir fogo.
É possível escolher entre quatro classes: Scout, que elimina alvos à distância; Grenadier, uma boa opção para ataques pesados e corpo-a-corpo; Rifleman, que carrega todo o tipo de ferramentas e armas e por fim, Automatic Rifleman, preparado para fornecer suporte às outras classes, graças ao seu armamento pesado. O jogador pode personalizar seu soldado, escolhendo entre novas armas e equipamentos liberados conforme progride no jogo.
A Codemasters adicionou ferramentas para deixar o game mais acessível para jogadores novatos e casuais, como um sistema de mira multifacetado e checkpoints. Para os veteranos em busca de dificuldade, essas opções podem ser desativadas a qualquer momento. A distribuição de ordens para os soldados tem uma interface prática e fluída.
Em "Red River", levar um tiro tem consequências piores do que na maior parte dos jogos de guerra. Dependendo do local do ferimento, o soldado pode ter seu desempenho afetado e até morrer imediatamente. Há kits médicos infinitos, mas que só podem ser utilizados fora de combate.
Introdução
Assim como outros jogos da série "Operation Flashpoint", "Red River" é um jogo de tiro que se diferencia da concorrência pelo realismo de suas batalhas, onde bastam um ou dois tiros para matar seu personagem. O enredo coloca os jogadores no futuro próximo, na fronteira entre o Tajiquistão e a China, em um conflito fictício mas assustadoramente plausível, em que os guerrilheiros da Al Quaeda tentam forçar um conflito entre os Estados Unidos e a China.Pontos Positivos
- Campanha cooperativa O jogador faz parte do Fireteam Bravo, e os combates de "Red River" exigem coordenação, posicionamento tático e trabalho em equipe para alcançar a vitória. Você pode chamar mais 3 amigos para jogar e isso torna a operação como um todo muito mais divertida e recompensadora. Flanquear unidades e vasculhar vilas atrás de forças rebeldes são tarefas gratificantes quando realizadas com a ajuda de companheiros humanos.
- Guerra realista "Red River" segue a cartilha da série "Operation Flashpoint" e, jogado na configuração normal ou mais difícil, é impiedoso: correr para cima dos inimigos como em um "Call of Duty" é pedir para tomar um tiro e cair morto. As armas funcionam de forma realista e é preciso ficar atento ao ambiente, procurar por atiradores escondidos e atravessar o mapa aos poucos. A simulação militar não é tão intensa quanto em "ArmA 2" ou no primeiro "Operation Flashpoint", mas ainda consegue separar "Red River" dos outros games de tiro atuais.
- Combate tático e desafiador Para sobreviver em um campo de batalha onde bastam um ou dois tiros para derrubar seu soldado, é preciso dominar posições estratégicas, flanquear alvos e trabalhar em equipe. Boa pontaria é tão importante quanto se mover de forma inteligente pelo mapa e principalmente, utilizar os recursos de sua equipe para vencer a luta, tarefa que é bem melhor executada ao jogar com aliados humanos e não os recrutas controlados pela máquina.
Pontos Negativos
- Inteligência artificial fraca Jogar "Operation Flashpoint: Red River" sozinho não é uma tarefa fácil. Sua tropa, o Fireteam Bravo, é formada por soldados pouco competentes, que não conseguem seguir ordens direito e nem tomar uma iniciativa a menos que o inimigo esteja bem na frente deles. O sistema de comando não facilita a tarefa, principalmente na hora de indicar posições que devem ser ocupadas. E o pior, não dá para deixar os companheiros para trás e resolver tudo como um lobo solitário - o jogo exige que você atue em grupo para vencer, mesmo que seu grupo não seja dos melhores.
- Falta ritmo ao jogo Entre uma missão e outra, "Red River" leva você por longas viagens pelo deserto do Tajiquistão, com um sargento reclamando sem parar no seu ouvido e a tensão crescente enquanto espera pelo ataque de guerrilheiros da Al Quaeda ou soldados chineses. A intenção é recriar o estresse das batalhas no Afeganistão nos dias de hoje, mas infelizmente, acaba por tornar os intervalos entre a ação demorados e tediosos, quebrando o ritmo do jogo.
- Excesso de palavrões Não é uma coisa que vai incomodar todos os jogadores - as viagens pelas estradas do Tajiquistão se encarregam disso - mas seu guia no game, o sargento Knox, se esforça para ser desagradável. O personagem xinga constantemente, distribuindo impropérios em toda e qualquer oportunidade. Um sargento com a boca suja é um clichê em um jogo de guerra, mas usar esse artifício sem parar tira todo o efeito dramático do personagem e deixa apenas uma voz irritante gritando com você e seus colegas.
NeverDead
"NeverDead" é um jogo de ação em terceira pessoa desenvolvido pela Rebellion Developments que traz uma ideia inovadora: um caçador de demônios imortal, que mesmo desmembrado continua sua missão.
O jogador controla um aventureiro chamado Bryce, que foi amaldiçoado com a imortalidade há 500 anos por um poderoso demônio. Agora ele os caça por dinheiro e vingança, chegando aos tempos modernos com a ajuda de uma bela investigadora particular, Arcadia, com o objetivo de impedir uma invasão demoníaca que quase destruiu a cidade.
Durante o jogo será normal o personagem perder algumas partes de seu corpo, mas caso isso aconteça, basta procurar por eles e encaixá-los no corpo novamente. O interessante é que Bryce não é desmembrado apenas pelos inimigos, mas inclusive por ele mesmo, o que pode ser usado estrategicamente.
Por exemplo, ao desmembrar um braço com uma arma e jogá-lo para outro lado, a arma ainda pode ser disparada, surpreendendo inimigos. Alguns inimigos são mais fáceis de se derrotar através da auto-mutilação, mas isso também reduz seu poder de ataque, por isso há alguns riscos envolvidos no desmembramento voluntário.
Ao ganhar pontos de experiência Bryce ganha novas habilidades, como fazer explodir partes de seu corpo, que podem ser usados como granadas. Os cenários e ambientes são interativos, e explosões podem destruir parte deles e acabar com um bando de inimigos.
Há também alguns elementos de quebra-cabeças que exigem o uso de membros destacáveis de Bryce para serem resolvidos, como jogar a cabeça para o ar para obter um melhor ponto de observação. Além de uma mecânica de jogo inovadora, há um grande senso de humor negro e sarcástico presente nos diálogos.
Analise: Red Faction Armageddon
Fala ae galera da BT-GAMER pela inauguraçao venho trazendo uma analise do Red Faction Armageddon , comente sobre oque voce achou dele e de sua nota final.
Já lá vão dois anos desde que a franquia Red Faction procedeu a uma mudança radical no seu estilo de jogo. Em Guerrilla, o primeiro título da série numa perspectiva third-person shooter, tínhamos a oportunidade de explorar um imenso mundo aberto enquanto tentávamos restabelecer a paz num planeta Marte controlado pelo regime opressivo da Earth Defense Force (não confundir com o título da D3 Publisher).
A estória do modo campanha é básica, recheada de clichés e não reúne grandes motivos de interesse. Cinquenta anos passaram desde os acontecimentos do último capítulo e Darius Mason, protagonista da trama e neto de Alec Mason, o herói em Guerrilla, junta-se aos militares da Red Faction com o objectivo de defender a Terraformer, plataforma que mantém a atmosfera em Marte estável e a sua população a salvo dos planos de Adam Hale, líder dos Cultists cujo desejo é, como qualquer antagonista que se preze, dominar o planeta.
A missão acaba por ser mal sucedida por involuntária culpa de Mason: a Terraformer foi destruída, a vida à superfície tornou-se insustentável e os humanos viram-se obrigados a procurar abrigo em refúgios subterrâneos para conseguir sobreviver às condições adversas. Quando se pensava que as coisas não podiam piorar, Mason volta a cair numa das armadilhas de Hale e tem a “sorte” de abrir caminho a uma horda de insaciáveis criaturas alienígenas prontas a invadir a fortaleza colonial de Bastion. Como já seria de se esperar, cabe-nos agora a árdua tarefa de corrigir o mal provocado pelo nosso infortunado herói.
A envolvência com as estruturas é deveras colossal e extremamente satisfatória. Quer manejemos uma simples marreta ou espalhemos plasma com uma eficiente arma o resultado final é sempre delicioso. Podemos dizer que neste título o jogador tem uma sensação de poder sem paralelo no universo dos videojogos. Não é todos os dias que vemos um edifício a desmoronar-se à nossa frente porque nós assim o quisemos (pelo menos de forma legal e sem prejudicar terceiros).
É claro que até as tecnologias mais avançadas têm as suas falhas e o sistema de destruição de Armageddon não é excepção, sendo que alguns edifícios por vezes conseguem desafiar as leis da física ficando suspensos de uma forma que na realidade seria absolutamente improvável, senão mesmo impossível.
Ao contrário de toda esta destruição, que transita de Guerrilla para Armageddon de forma bastante eficiente, o conceito de sandbox foi posto de parte. Desta vez teremos uma campanha bem mais linear (um bom exemplo disso é o surgimento de um ecrã de Game Over se permanecermos mais de 10 segundos numa área que não corresponde à nossa missão actual), algo que poderá desagradar aos fãs do anterior título mas que não é necessariamente um ponto negativo. Ao invés de explorarmos imensas zonas maioritariamente desérticas para iniciar cada missão teremos a oportunidade de passar directamente àquilo que realmente interessa: a acção.
A falta de variedade no que diz respeito a criaturas da facção inimiga, associada a algumas missões com diferentes finalidades mas bastante semelhantes umas às outras, pode tornar o jogo um pouco repetitivo, o que ainda assim não impede que este proporcione momentos de puro gáudio e diversão. É bastante interessante deambular pelas estreitas e escuras trilhas subterrêneas sempre com a sensação que, mais cedo ou mais tarde, veremos inimigos surgir pelas paredes ou até mesmo pelas nossas costas. Não é um conceito tão assustador ou até mesmo inquietante como possuem títulos de franquias como Silent Hill ou até mesmo o mais recente Dead Space, longe disso. Porém, a sensação quase claustrofóbica aliada à possibilidade de pouco depois ver o cenário apinhado de seres mal-intencionados com uma inteligência artificial pouco ou nada tosca imprime mais adrenalina à acção e deixa-nos a seguinte questão: como é que nos livramos desta bicharada toda?
Para além do extenso arsenal bélico que compõe Red Faction: Armageddon, este título não seria certamente o mesmo sem a Nano Forge. Esta tecnologia, que começou a ser desenvolvida pelos antecessores de Darius em Guerrilla, aproveitou o intervalo entre as duas diferentes gerações para evoluir e ganhar uma nova importância nesta sequela.
Para além da capacidade para destruir tudo o que o rodeia, Mason tem com a Nano Forge também o poder para reconstruir estruturas com a facilidade que as faz ceder. Com um simples clicar num dos gatilhos do controlador, poderemos ver muros, escadas, pontes ou até geradores e tecnologias
Mas a Nano Forge não consiste somente nesta habilidade soberba mas passiva em combate, que neste tipo de ocasiões apenas poderá reconstruir alguns elementos que nos servirão de cobertura. Quando os inimigos parecem não ter fim, esta poderá mesmo ser a nossa melhor e mais poderosa aliada. São quatro os poderes que nos assistirão em momentos de grande aperto: Impact, uma onda de força que afasta os inimigos a uma velocidade estonteante e que destrói automaticamente os mais fracos; Shockwave, uma onda eléctrica que suspende no ar as criaturas mais próximas de nós e lhes retira energia aos poucos, dando-nos a possibilidade de utilizar qualquer arma para acelerar o processo; Shell, um escudo em meia-esfera que tapa o caminho a qualquer inimigo durante um certo período de tempo e que pode até repelir projécteis adversários e Ravager, uma espécie de rage mode que não só aumenta o poder dos nossos ataques como também a velocidade dos mesmos.
Ao longo de cada nível teremos algumas máquinas a vermelho que nos permitem alterar as armas que transportamos no nosso inventário (só podemos carregar quatro de cada vez, sendo a escolha destas feita através do D-Pad) e outras a azul nas quais poderemos investir o “Salvage” acumulado com a destruição de edifícios e de inimigos em upgrades para as nossas armas e capacidades.
O número de conteúdos extra para além da campanha, cuja longevidade anda entre as 10 e as 12 horas, é bastante satisfatório. Para além do modo New Game Plus, que nos permite voltar a fazer tudo de novo mas desta vez com os upgrades com que terminámos a primeira ronda e com a ajuda do carismático unicórnio Mr. Toots (semelhante à Plasma Gun mas com a “pequena” diferença de expelir um arco-íris letal do seu ânus), temos também a adição de alguns Cheats, que podem ser desbloqueados a troco de Salvage e que entre as suas ofertas têm munições ilimitadas, novas armas e outras opções bastante interessantes como alguns modos visuais. Entre estes encontra-se o Sketch Mode, uma opção que coloca o jogo num preto e branco em cel-shading a fazer lembrar, tal como a própria THQ fez questão de referir através de um trailer, o videoclip da música Take on Me dos A-Ha.
Claro que não nos podíamos esquecer do modo online que, apesar de não ser muito abrangente, apresenta argumentos suficientes para nos divertir durante largas horas. O modo Infestation possui 16 diferentes mapas, pode ser jogado até quatro pessoas em simultâneo e consiste na sobrevivência ou na defesa de estruturas num modelo de waves, isto é, teremos de dizimar todos os inimigos que surjam no nosso caminho para conseguir transitar para o próximo nível. Cada jogador poderá escolher as suas quatro armas e somente uma habilidade Nano Forge no início de cada wave, o que irá promover uma maior estratégia entre os membros da equipa.
Um outro modo single-player ,mas simultaneamente competitivo, é o Ruin Mode, acessível através de um código para quem possuir uma cópia original do jogo ou adquirível através da Store para quem obtiver o título em segunda mão. Este modo consiste num amealhar do maior número de pontos possível durante um minuto, no qual o jogador deverá destruir com as suas armas preferidas tudo aquilo que lhe aparecer à frente. Existem cinco diferentes mapas onde podemos espalhar o caos e, se o nosso resultado for bastante positivo, poderemos ver o nosso nome no topo das leaderboards mundiais. Simples mas divertido.
No que à sonoplastia diz respeito, esta nem sempre está ao nível das expectativas. O trabalho de vozes é bastante competente e existem até algumas situações de diálogo deveras engraçadas, mas por vezes as vozes encontram-se abafadas pelos restantes efeitos sonoros, sendo que sem o auxílio das legendas seria impossível em algumas situações perceber sequer se a personagem está a falar ou não.
Red Faction: Armageddon é, em suma, mais um bom jogo desenvolvido pela Volition. Poderá ser encarado como uma grande desilusão ou até retrocesso pelos fãs de Guerrilla, mas enquanto experiência individual é um título bastante satisfatório e divertido, com argumentos de peso e sem equivalente no mercado. Pode não ser um dos melhores e mais esperados jogos de acção do ano, mas é certamente uma opção a ter em conta.
Nano Forge e respectivos efeitos
Argumento um pouco fraco e recheado de clichés
Elementos visuais não estão tão detalhados como podiam
Som nem sempre corresponde às acções
Fala ae galera BT-Gamer Hoje venho trezendo para voces uma analise feita do Super Street Fighter Arcade Edition que ja esta disponível para Xbox 360, PS3 e PC.
Segue ai embaixo como foi esta analise.
Desde há uns meses para cá que muitos fãs de beat' em ups aguardaram ansiosamente pela mais recente versão de Super Street Fighter 4. Estou a falar de Super Street Fighter 4: Arcade Edition, uma versão que saiu primeira e exclusivamente para as arcadas. Após vários pedidos dos fãs, Super Street Fighter 4: Arcade Edition foi transposta para as consolas caseiras e, pela primeira vez, para PC.
Esta nova versão de Super Street Fighter 4 chega-nos em dois “sabores”, sendo disponibilizada em formato físico para todos os que ainda não têm Super Street Fighter 4 ou querem coleccionar, e em formato digital para todos os que querem usufruir dos novos conteúdos sem gastar muito dinheiro (1200 pontos Microsoft ou 14,99€).
Não existem grandes diferenças comparativamente com o salto da versão Street Fighter 4 para a versão Super Street Fighter 4.
No entanto, o acrescento de quatro novos lutadores, retoques na
jogabilidade, novas funcionalidade no replay channel e a compatibilidade
com a versão anterior, fazem deste Super Street Fighter 4: Arcade Edition um must have para todos os fãs do género.
Assim sendo, Evil Ryu, Oni Akuma, Yun e Yang juntam-se ao leque de novas personagens, perfazendo um total de 39 personagens jogáveis, algo inédito na série Street Fighter. Com elas vêm também as sequências animadas, visíveis no modo arcade, mas embora a Capcom tenha tido o cuidado de as incluir, estas continuam longe da qualidade oferecida em Street Fighter 4.
As transformações que Ryu e Oni Akuma são sem dúvida impressionantes e deveras apelativas para qualquer olho humano. Por um lado, Ryu abraçou (finalmente) o poder do Dark Hadou, enquanto que Oni Akuma passou a ser um verdadeiro demónio. Evil Ryu e Oni Akuma, para além de personagens poderosas, são personagens bastante expressivas, demonstrando o seu ódio interior e o seu poder através dos seus golpes e até de falas de desprezo para com o adversário.
Yun e Yang, por outro lado, são personagens que vêm do Street Fighter 3rd Strike
e primam pelo seu visual simplista e descontraído mas em combate são de
uma rapidez e técnica impressionantes. Nas mãos de pessoas como Daigo Umehara (Yun), membro da equipa Mad Catz, tornam-se autênticas dores de cabeça para os seus adversários.
Super Street Fighter 4: Arcade Edition foi alvo de “remendos” na jogabilidade. Todas as personagens foram alvo de revisão por parte da equipa da Capcom e apresentam agora algumas diferenças comparando com a versão anterior do jogo. Estes tweaks adicionam novas propriedades a determinados movimentos, aumentam a Stamina de lutadores como Seth e reduzem o dano provocado de personagens como E. Honda. No fundo, são mudanças que os novatos não vão perceber e que apenas interessam os verdadeiros fanáticos por Super Street Fighter 4 (Vejam os vídeos em baixo).
Super Street Fighter 4 é também retrocompatível com a versão anterior, ou seja, os jogadores de PS3 ou Xbox 360 que possuam Super Street Fighter Arcade Edition poderão jogar contra os que têm Super Street Fighter 4, embora não possam escolher as novas personagens. Através desta opção que nos permite escolher que versão pretendemos jogar está também associado o novo balanceamento (ou não) das personagens.
No
que ao online diz respeito, a experiência geral mantém-se, oferecendo
várias opções no que toca à personalização dos ícones e nos combates que
decorrem, por norma, de forma fluída. O destaque vai para a introdução
de um canal que nos permite ver os melhores do mundo e até segui-los,
por forma a estarmos atentos aos mais recentes vídeos. Foram adicionados
novos filtros na criação de salas, que nos permitem decidir se queremos
uma sala apenas para aqueles detêm Super Street Fighter 4: Arcade Edition ou para ambas. A possibilidade de dar um nome às salas do modo “Endeless Match” é agora uma realidade.
Em suma, Super Street Fighter 4: Arcade Edition junta Super Street Fighter 4 e a versão Arcade Edition num único disco carregado com um modo online bastante competente, cinemáticas e toda uma panóplia de personagens. Mais uma vez a Capcom conseguiu reacender a chama de Super Street Fighter 4 através da disponibilização da versão Arcade Edition em formato físico e digital, sendo que o físico está à venda em Portugal por 35€.
Segue ai embaixo como foi esta analise.
Desde há uns meses para cá que muitos fãs de beat' em ups aguardaram ansiosamente pela mais recente versão de Super Street Fighter 4. Estou a falar de Super Street Fighter 4: Arcade Edition, uma versão que saiu primeira e exclusivamente para as arcadas. Após vários pedidos dos fãs, Super Street Fighter 4: Arcade Edition foi transposta para as consolas caseiras e, pela primeira vez, para PC.
Esta nova versão de Super Street Fighter 4 chega-nos em dois “sabores”, sendo disponibilizada em formato físico para todos os que ainda não têm Super Street Fighter 4 ou querem coleccionar, e em formato digital para todos os que querem usufruir dos novos conteúdos sem gastar muito dinheiro (1200 pontos Microsoft ou 14,99€).
Assim sendo, Evil Ryu, Oni Akuma, Yun e Yang juntam-se ao leque de novas personagens, perfazendo um total de 39 personagens jogáveis, algo inédito na série Street Fighter. Com elas vêm também as sequências animadas, visíveis no modo arcade, mas embora a Capcom tenha tido o cuidado de as incluir, estas continuam longe da qualidade oferecida em Street Fighter 4.
As transformações que Ryu e Oni Akuma são sem dúvida impressionantes e deveras apelativas para qualquer olho humano. Por um lado, Ryu abraçou (finalmente) o poder do Dark Hadou, enquanto que Oni Akuma passou a ser um verdadeiro demónio. Evil Ryu e Oni Akuma, para além de personagens poderosas, são personagens bastante expressivas, demonstrando o seu ódio interior e o seu poder através dos seus golpes e até de falas de desprezo para com o adversário.
Super Street Fighter 4: Arcade Edition foi alvo de “remendos” na jogabilidade. Todas as personagens foram alvo de revisão por parte da equipa da Capcom e apresentam agora algumas diferenças comparando com a versão anterior do jogo. Estes tweaks adicionam novas propriedades a determinados movimentos, aumentam a Stamina de lutadores como Seth e reduzem o dano provocado de personagens como E. Honda. No fundo, são mudanças que os novatos não vão perceber e que apenas interessam os verdadeiros fanáticos por Super Street Fighter 4 (Vejam os vídeos em baixo).
Super Street Fighter 4 é também retrocompatível com a versão anterior, ou seja, os jogadores de PS3 ou Xbox 360 que possuam Super Street Fighter Arcade Edition poderão jogar contra os que têm Super Street Fighter 4, embora não possam escolher as novas personagens. Através desta opção que nos permite escolher que versão pretendemos jogar está também associado o novo balanceamento (ou não) das personagens.
Em suma, Super Street Fighter 4: Arcade Edition junta Super Street Fighter 4 e a versão Arcade Edition num único disco carregado com um modo online bastante competente, cinemáticas e toda uma panóplia de personagens. Mais uma vez a Capcom conseguiu reacender a chama de Super Street Fighter 4 através da disponibilização da versão Arcade Edition em formato físico e digital, sendo que o físico está à venda em Portugal por 35€.
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